Israel

Depois do Holocausto, quando Israel se tornou uma nação novamente, em 1948, o Judaísmo Messiânico – um movimento de judeus que aceitaram Jesus (Yeshua) como Messias, seguindo as práticas do judaísmo –, tem crescido continuamente em todo o mundo.

Mas qual é a situação do Judaísmo Messiânico em Israel?

Por Israel estar localizado na área mais perigosa do mundo, cercado por países árabes que têm planejado exterminar a nação, os judeus tornaram-se pessoas cautelosas quanto aos que “vem de fora”, principalmente depois de quase dois milênios de antissemitismo por cristãos. Assim, as missões cristãs voltadas aos judeus de Israel foram muitas vezes atendidas com suspeita. No entanto, algumas têm sido bem sucedidas, especialmente as equipes que são sensíveis ao suporte do judaísmo messiânico.

Muitas instituições missionárias são ativas em Israel. O grupo “Judeus por Jesus” tem um novo centro em Tel Aviv. A “Fundação Judeu Cristão” não faz apenas o trabalho missionário, mas também suporta alguns pastores nacionais. O “Ministério Povo Escolhido” tem centros em Jerusalém e Tel Aviv, e igrejas em Jerusalém, Tel Aviv, Ashkelon, Ashdod e Ariel. O “Maoz” é uma organização israelense que publica livros em hebraico. 

No entanto, maior parte do trabalho evangelístico em Israel não é feito através de instituições missionárias, mas sim por igrejas messiânicas locais. As maiores estão em Tiberias, K'far Saba, Netanya, Jerusalém e Joffa. Há mais de 150 igrejas em Israel com até 15 mil judeus messiânicos crentes, dos quais cerca de 60% falam o russo como sua primeira língua.

Israel é um país pequeno, e estas igrejas são facilmente notadas por seus colegas israelenses. Cada vez mais, Israel está consciente de que há judeus que confiam em Jesus como o Messias e Salvador, assim como na época do Novo Testamento.

Estas igrejas judaicas messiânicas estão sendo lideradas por israelenses, mesmo que eles tenham uma mistura de judeus e gentios. A maioria das mensagens é em hebraico (às vezes russo, aramaico, francês ou espanhol). A música também tem o estilo de adoração israelense. As melodias têm um tom distintamente Oriente Médio para eles. A maioria se reúne aos sábados, dia do culto dos judeus. A igrejas de Yeshua é nitidamente judaica.

Os judeus messiânicos estão ganhando mais aceitação em Israel. Em vez de serem vistos como ameaças para os israelenses, eles são reconhecidos como amigos, concidadãos, e uma parte ativa da sociedade israelense. Os judeus messiânicos estão ganhando confiança para auxiliar a nação materialmente durante períodos de conflitos, com o fornecimento de alimentos, roupas, remédios e outros suprimentos.

Muitos judeus messiânicos servem no exército, na sua maioria filhos de imigrantes vindos dos Estados Unidos e da Europa, que foram criados em Israel. Isso mostra a unidade com o povo.

Em um programa de televisão israelense, foi exibida uma família judia messiânica celebrando o Shabat e as outras comemorações tradicionais dos judeus, passando uma impressão muito boa para outros judeus em Israel. Os seguidores de Yeshua já não são vistos como pessoas que ficam longe. Agora, eles são abraçados como companheiros de luta na vida israelense.

Os líderes de igrejas em Israel afirmam que precisam fazer alianças com os pastores do Ocidente. Muitos gostariam de receber orações, comunhão e apoio – por vezes financeiro –, para projetos especiais. A maioria dos pastores israelenses são pioneiros e precisam de mentores espirituais mais experientes para orientá-los.

Atualmente, a percepção dos judeus messiânicos está passando por uma transformação constante em Israel, de uma desconfiança e aversão para o reconhecimento e aceitação. Através do amor de Yeshua, a ponte entre os judeus messiânicos e ortodoxos é cada vez menor.

Com informações de Charisma News / www.guiame.com.br

Israel (em hebraico: יִשְׂרָאֵל, Yisra'el; em árabe: إِسْرَائِيلُ, Isrā'īl), oficialmente Estado de Israel (em hebraico: ? מדינת ישראל, transl Medīnát Isra'él, pronunciado: [mediˈnat jisʁaˈʔel]; em árabe: دولة إسرائيل, Dawlát Isrā'īl, pronunciado: [dawlat ʔisraːˈʔiːl]), é uma democracia parlamentar[18] localizada no Oriente Médio, ao longo da costa oriental do Mar Mediterrâneo. O país faz fronteira com o Líbano ao norte, com a Síria a nordeste, com a Jordânia e a Cisjordânia a leste, com o Egito e a Faixa de Gaza ao sudoeste, e com o Golfo de Aqaba, no Mar Vermelho, ao sul.[nota 6] Geograficamente, contém diversas características dentro de seu território relativamente pequeno.[3][20] Israel é definido como um "Estado Judeu e Democrático" em suas Leis Básicas e é o único Estado de maioria judia do mundo.[21]

Após a adoção de uma resolução pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 29 de novembro de 1947, recomendando a adesão e implementação do Plano de Partilha da Palestina para substituir o Mandato Britânico, em 14 de maio de 1948, David Ben-Gurion, o chefe-executivo da Organização Sionista Mundial[nota 7] e presidente da Agência Judaica para a Palestina, declarou o estabelecimento de um Estado Judeu em Eretz Israel, a ser conhecido como o Estado de Israel, uma entidade independente do controle britânico.[22][23][24] As nações árabes vizinhas invadiram o recém-criado país no dia seguinte, em apoio aos árabes palestinos. Israel, desde então, travou várias guerras com os Estados árabes circundantes,[25] no decurso das quais ocupou os territórios da Cisjordânia, península do Sinai, Faixa de Gaza e colinas de Golã. Partes dessas áreas ocupadas, incluindo Jerusalém Oriental, foram anexadas por Israel, mas a fronteira com a vizinha Cisjordânia ainda não foi definida de forma permanente.[26][27][28][29][30] Israel assinou tratados de paz com Egito e Jordânia, porém os esforços para solucionar o conflito israelo-palestino até agora não resultaram em paz.

O centro financeiro de Israel é Telavive,[31] enquanto Jerusalém é a cidade mais populosa do país e sua capital[nota 8] (embora não seja reconhecida como tal pela comunidade internacional). A população israelense, conforme definido pelo Escritório Central de Estatísticas de Israel, foi estimada em 2012 em 7 879 500 pessoas, das quais 5 930 000 eram judias. Os árabes formam a segunda maior etnia do país, com 1 622 500 de pessoas.[15] A grande maioria dos árabes israelenses são muçulmanos, além de uma população menor, mas significativa de beduínos do Negueve e os cristãos árabes. Outras minorias incluem várias denominações étnicas e etno-religiosas, como os drusos, circassianos, samaritanos, maronitas, além de outros.

Israel é uma democracia representativa com um sistema parlamentar, representação proporcional e sufrágio universal.[32][33] O primeiro-ministro serve como chefe de governo e o Knesset como o corpo legislativo unicameral do país. Israel tem uma das mais altas expectativas de vida do mundo[34] e é considerado um país desenvolvido, sendo membro da OCDE e da ONU.[35] Seu produto interno bruto (PIB) nominal foi o 40º maior do mundo em 2011,[16] enquanto o país tem o mais alto padrão de vida do Oriente Médio.[36] No entanto, organizações como a Anistia Internacional e o Human Rights Watch têm sido críticos das políticas de Israel em relação aos palestinos, enquanto o governo dos Estados Unidos[37] e alguns países da Europa, como o Reino Unido e a Alemanha, geralmente apoiam Israel bélica e financeiramente.[38]

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